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domingo, 12 de junho de 2011

UMA MÃO FIRME ME TOCOU

Preciso contar  de ontem, antes de falar sobre hoje.
Quando eu estava me preparando para ir dormir o telefone tocou , era o meu amigo gay insistindo para que fossemos para uma boate. Meio sem jeito , meio sem graça não consegui recusar o connvite.
Corri para o meu closet e a dúvida : - O que vestir para uma balada? Na realidade nunca havia vivido uma experiencia desta em solteira quanto mais depois de casada.
Bem, voltando ao que interessa.
Lá estava eu, frente ao espelho já nua buscando o que vestir.
Me lembrei logo da lingiere que havia comprado para namorar mas logo descartei.
O convite foi para uma balada....
Então para não errar, vesti uma saia de couro preta ,  uma blusa frente unica tweed lurex preta de fios dourados. Uma sandália  e carteira de mão dourada. Cabelos soltos, maquiagem mais carregada, batom vermelho com brilho. Meu perfume amadeirado.


 E um recado para empregada, não sei que horas voltarei!


O som a principio me pareceu barulhento, tinhamos que conversar meio que aos gritos.
Depois da  terceira taça de vinho branco fui me acostumando...a conversa fluia junto com as risadas que trocavamos. Quando alguem tocou em meu ombro -  Meu professor da academia!
Me chamou para dançarmos, a pista estava lotada mas fomos mesmo assim...
Os ritmos se misturavam assim como o nosso suor.  A sensação de ter a mão de um homem segurando e comandando meu corpo era muito boa. E ele parecia saber muito bem o que estava fazendo.
Cheguei em casa já era dia...renovada, enxotei todos os meus fantasmas.
Meu cachorrinho dormia como um anjinho, e então em passos bem silenciosos para não acorda-lo, caminhei em direção ao  banheiro.Quando olhei para o espelho não me aguentei, soltei uma risada de satisfação quando disse para mim mesma:
- Estás acabada!
Tomei meu banho, vesti minha camisola e fui dormir..
.A Lôba hoje não tem hora para acordar!





A cura de doenças psicológicas pode ser facilitada com a adoção de terapias complementares. A prática de danças está sendo cada vez mais recomendada por médicos especializados e conta com o apoio de bailarinos e adeptos.Leia mais...

A dança ultrapassou as barreiras do exercício físico, e é hoje considerada uma das melhores formas de complementar tratamentos psicológicos. Seja pela a interação social ou mesmo pelo prazer de praticar essa atividade. Cada vez mais médicos recomendam que os pacientes entrem neste ritmo como forma terapia.

Considerada uma das doenças de maior impacto social do mundo, a depressão, por exemplo, já se tornou um problema de saúde pública, segundo o Ministério da Saúde. Só no Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas sofrem com o transtorno, que é considerado grave. Dados do Governo Federal apontam que de janeiro de 1998 a julho de 2008, mais de 1,8 milhão de pacientes foram atendidos com disfunções mentais e comportamentais.

E para tentar maximizar os tratamentos psicológicos, a dança é uma das recomendações. Nina Bari, representante do Sindicato dos Psicólogos do Rio de Janeiro, diz que dançar pode ser uma terapia.

 “As danças aproximam as pessoas, reduzem a timidez e dão uma sensação de liberdade. A interação é fundamental para tratamentos psicológicos. A conversa com o par ou o professor e, até mesmo, as saídas em grupo para bailes e festas podem trazer progressos importantes para os tratamentos”.

Mas Nina Bari ressalta que o exercício não elimina a necessidade de acompanhamento psiquiátrico ou psicológico.

“Os exercícios físicos, mesmo que realizados de forma lúdica, devem ser somente um complemento no tratamento de problemas psicológicos. Só um profissional capacitado vai fazer os progressos médicos para a cura do paciente e, logicamente, é o único autorizado a prescrever medicamentos.

Referência - Segundo um dos bailarinos mais respeitados do Brasil, Carlinhos de Jesus, a prática de danças contribui diretamente para a saúde mental.

“Não tenho a menor dúvida de que a dança traz benefícios para a mente e para o corpo. É um exercício lúdico, mental, físico e social. A dança estimula a coletividade e contribui para a melhora da autoestima. A academia não é uma clínica psicológica, e nem o professor um terapeuta; mas as aulas influenciam diretamente na melhora de problemas emocionais. É um exercício que não tem idade e que contribui para a formação de valores, como respeito e educação”, afirma ele.

Adeptos – A assistente social Marisa Menezes Pinto, de 47 anos, pratica ballet clássico há três anos e afirma que a prática é quase um ritual.

"Acho que a dança é uma terapia. Une saúde, relaxamento, felicidade e leveza. Esse esporte proporciona vários bons benefícios ao mesmo tempo. Não abro mão”.

Já a dentista Bianca de Melo, de 35 anos, diz que a dança acalma a correria do dia-a-dia.

“A dança é uma terapia física e mental. Areja a cabeça e deixa o espírito elevado. É quase um ritual. Só escuto a música e esqueço os problemas, as dúvidas, o corre-corre diário. Você se desloca e fica em outro mundo”, conta ela.
Thaís Dias
Jornalista

2 comentários:

  1. Muito bom dançar sentir uma mão forte a nos conduzir, e o melhor chegar em casa feliz,exausta mais leve...
    Adorei a loba foi pra balada, é um bom começo!
    beijo minha querida amiga!
    carinhosamente sua fã e amiga Ro

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  2. Beijos Ro,

    Seu carinho muito me estimula!

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