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quinta-feira, 16 de junho de 2011

DESEJO DE PAZ

Bom dia! Assim acordei...leve como a chuva que caía, suave como as folhas que a recebiam.
Meu lençol, minha cama, me quarto, meu cheiro e o cheiro da chuva... uma mistura   tão gostosa de sentir. Gosto de meu quarto, me sinto tão protegida, é acolhedor. Me levantei, caminhei, sentindo a camisola sobre a  minha pele me acariciando. Liguei minha música e fui  tomar um banho de banheira com muita espuma, bem relaxante, pois meu coração me pedia paz.
Passei meus cremes como de costume e fui tomar meu café.
A rotina se fez por mais um dia...sentei para ler minhas correspondencias enquanto a chuva continuava a cair.
Meu cachorrinho se aninhou em meu tapete persa perto dos meus pés e continuou a dormir.
As flores, ah as flores...hoje me olhavam com tanto carinho que não resisti e fui ler o bilhete que a muito eu não lia.
O perfume das rosas cor de rosa me enebriaram e meu coração voltou a disparou mais uma vez...
A paz se faz companheira de um desejo, de uma imaginação que começa a trabalhar como uma adolescente.
Sinto um leve sorriso esboçar no canto dos lábios... e meu pensamento voa em sua direção.

Com um vestido longo de georgete na cor azul celeste num decote em "U "realçando meus seios.
Os cabelos presos num coque frouxo, brincos de safiras com brilhante, minha pele bronzeada mostrando o brilho dos diamantes da pulseira Riviera em meu pulso. Com as sandalias nas mãos sinto a brisa do mar batendo em meu rosto, soltando aos poucos os meus cabelos  enquanto aguardava por  você .
Vejo que estamos felizes ,o barco, o champagne , a música, o mar , a noite...
Seu beijo ...seus lábios doces, quentes , molhados tocando os meus.
Sinto suas mãos me tocarem suavemente, uma quimica perfeita, uma noite perfeita, um desejo...
De paz!

No bilhete:-


"Um beijo seu e eu vou só pensar em você!"
Minha Lôba.




Brigitte Bardot, a eterna musa dos franceses
POR LUCIANA BORGES
 

Brigitte Bardot não se tornou mito entre os franceses apenas por ser uma bela mulher. Muitas atrizes possuem essa qualidade. O que fez de Bardot a musa de toda uma geração, na década de 60, foi   justamente seu comportamento sexual.

A atriz inaugurou a sedução despretenciosa, uma mistura de mulher e de menina. O jeito de ninfeta, muito copiado posteriomente por outras atrizes, emanava de Bardot como algo natural. Ela não agia como as Vamps clássicas do cinema - todas carregadas de artimanhas de conquista e frases de duplo sentido. A sensualidade vinha da mistura do corpo perfeito, o rosto expressivo e o comportamento indomável. Foi assim que ela conquistou admiradores tanto na trama dos filmes, quanto na vida real.

Seus atributos físicos irresistíveis consistem na combinação da boca carnuda, seios fartos e pernas esguias, além de incríveis 49 centímetros de cintura. Esse sex-appeal tinha que competir, de igual para igual, com o maior mito do cinema americano da época, o furacão Marilyn Monroe.
Amantes e maridos, Brigitte Bardot colecionou muitos. Por isso, ganhou a designação de 'devoradora de homens': mudava de namorado (ou de marido) sem se preocupar com sua imagem diante do público, algo impensável para os dias de hoje. Faz parte do imaginário que cerca a atriz dizer que ela enjoava dos homens com a mesma facilidade que os conquistava.

Odiretor de cinema Roger Vadim, responsável por lançá-la em E Deus Criou a Mulher, foi seu primeiro marido. Ficaram casados de 1952 a 1957. O outro casamento aconteceu com o ator Jacques Charrier, famoso por sua atuação em Babete Vai à Guerra (1959). Com ele, Brigitte Bardot teve seu único filho, Nicholas.

Depois de muitos e curtos romances, a atriz casou-se novamente com o playbou alemão Gunter Sachs. Fotos dos dois cobriam os jornais franceses, dando conta da nova paixão da musa. Mas a relação não ultrapassou a lua-de-mel: Bardot 'cansou-se' do rapaz e logo o abandonou.
Mito destruído
Depois que encerrou sua carreira, aos 38 anos, a atriz se dedicou integralmente a nobre função de proteger e salvar os animais. O sucesso e o arrebatamento que causava na platéia não eram suficientes para seu espírito inquieto. Por três vezes, tentou o suicídio, ora tomando babitúricos, ora cortando os pulsos; ou fazendo as duas coisas. Em uma ocasião, pouco antes de deixar as telas, no ano de 1973, declarou à imprensa francesa que não sentia prazer em ser atriz.

Fora dos estúdios cinematográficos, a rebelde e transgressora atriz envelheceu de forma amarga. Acusada de exaltar o preconceito contra negros, homossexuais e imigrantes, se tornou uma vergonha para os franceses. Aparece nas manchetes dos jornais sempre envolvida em alguma polêmica sobre o assunto, prova de que apesar da luta para salvar as espécies animais pelo mundo, despreza os seres humanos. A última saia-justa se deu quando Bardot assumiu sua amizade com o líder neofacista francês Jean Marie Le Pen. Como resultado, os 70 anos de Brigitte Bardot não serão comemorados por todos os franceses. Seus admiradores se fixaram na imagem da jovem loura e sensual da década de 60, e não na reclusa e intolerante senhora que salva os animais e prega a pena de morte.
FILMES MAIS IMPORTANTES

- E Deus Criou a Mulher
, de 1956
Direção de Roger Vadim, foi o grande sucesso da atriz. Traz a cena clássica da musa dançando mambo em cima de uma mesa, enquanto fazia seu indefectível 'biquínho'

- O Príncipe e a Parisiense, de 1956 Dirigido por Michael Boisrond

- Você Quer Dançar Comigo, de 1959
História de uma professora de dança (Bardot) que investiga um caso de assassinato, o qual acusam seu marido de ser o culpado. Novamente o mambo é evocado, para aumentar a sensualidade da atriz em cena

- O Desprezo, de 1963
Dirigido por Jean-Luc Godard e considerado o melhor filme da musa

- À Coeur Joie ou Two Weeks in September, de 1967
Um dos últimos filmes de Bardot, conta a história de uma mulher dividida entre o amor de dois homens

http://revistaquem.globo.com

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