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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

LOVE ME WITH ALL YOUR HEART

UM VESTIDO UMA LAREIRA E DOIS CORPOS


Era uma vez...
Um conto de fadas!
Um conto onde as fadas com suas varinhas de condão conduziam nossos sonhos,tornando-os realidade!

E assim uma lôba se torna uma mulher sonhadora...onde e quando sonhar é sinonimo de   ser feliz.

Um dia lindo se passa e radiante aguardo pela bela noite da promessa.

Ao pé da lareira , lá está ele... o vestido de festa .

Ele me aguarda cheio de promessas, promessas de uma noite ao pé de uma lareira.

Uma noite regada a uma taça de vinho, a uma bela musica , a uma deliciosa companhia e muito fogo....para aquecer a noite de inverno.

Sim...uma noite fria aquecida pelo calor da promessa.

Gostaria de narrar mais está noite perfeita....mas meu coração parece não acreditar na dimensão deste conto de fadas.

Um sonho...
Uma realidade....
Não importa...

O que importa?
Um vestido ,uma lareira e dois corpos.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Mohicans (indianische Musik)

QUINZE

Quinze!

Quinze dias são trezentos e sessenta horas.
Quinze dias são vinte um mil e seiscentos minutos.
Quinze dias são um bilhão duzentos e noventa e seis milhões de  segundos.
Quinze dias encurtam o  ano para trezentos e cinquenta dias.

Quinze dias leva para se estirpar um cancer.
E eu ganho um ano com trezentos e cinquenta dias.

Só que...
Quinze dias eu levaria amando.
Quinze dias eu levaria te mostrando o lado da vida que você talvez desconheça.
Brinco...eu te mostraria  a vida em quinze mil anos.

Quinze dias eu te mostraria o colorido da vida.
Quinze mil formas de amar
Quinze  milhões de gesto de carinho.
Quinze bilhões risos eu colocaria em seu rosto.

E assim você deixaria de ser um cancer, que mata por prazer.
Que destroi tudo em sua volta,
Que não vê o colorida da vida,
Que não sabe o que é  o pulsar de um coração  no compasso da alegria.

Quinze dias para estar de boca em boca.
Quinze dias para entrar de peito em peito.
Quinze dias que para voce só servem  para esvaziar.

Cancer você só conhece a dor...
O gemer de prazer não te preenche com amor.
Cada corpo que você entra te leva  de volta a escuridão.
Onde voce chama por Deus, mas não sabe de quem se trata.

Quinze dias e consomes uma vida...
Não...não te darei quinze dias, nem quinze horas, sequer quinze minutos.
O bisturi preciso nas mãos de Deus operam em minha vida.
Te arrancando do meu corpo, da minha carne, do meu sangue...

Minha vida foi me dada para amar intensamente...
Para aquecer os corações...
Para alimentar minha alma gemea...
Para dar  e receber...
Para ser e fazer feliz.

És uma doença covarde, e por isto sinto por ti.
Pois sua covardia te deixa sempre  na solidão.

Os anos passam...e sua solidão serão cada dia maior.
Porque desejas  ser sempre um cancer , que simplesmente invade?
Quem o o que te transformou nisto?

Minhas lagrimas irão sequer, a dor irá passar...e você?
Como vai ficar?

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

TIZIANO FERRO - Perdona si te amo

LIVRE ,SELVAGEM E EM PAZ

PERDOE-ME!
Fui envadida por sentimentos que não são meus...
Angustia, ansiedade, impaciencia, intolerancia....insegurança.

Entreguei-me a fraqueza.
Entreguei-me  a fragilidade.

Num momento tão lindo, quando um novo sentimento nascia.
Não, não foi você, não foi este sentimento.

Foram outras coisas, foram outras situações.
Foram moveis velhos rangendo entre as mobilias novas.
Destoando a minha atenção, me tirando do foco de uma nova visão.

Sou selvagem e amo a liberdade.
Não suporto coleiras, não aguento algemas.
Grades não me seguram ....

E assim , meio que enlouquecida, meio atordoada.
Com os olhos vermelhos no  sangue de fuga vital, vejo  você.

Louca sim, louca de amor.
Desesperada também por não conseguir mais me ver aprisionada.

Quero correr livre como loba que sou....
acorrentada somente pelo novo sentimento que nutro.

Quero sentir o ar bater em minha pele.
Quero sentir o sol queimando o meu rosto.
Quero sentir a sua respiração ofegante correndo ao meu lado.

Livres sim, porque assim é o sentimento.
Selvagem pois assim é a minha natureza.
Mas em paz, pois assim é o meu amor.

Portanto não penses que foi com voce.
Entenda, foi a luta pela conquista da liberdade que  me deixou enfurecida.
Não estou fugindo, e sim me libertando.

Agora estou em paz!

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Marisa Monte - Não é Fácil.

NAVALHA CHAMADA CALMA

Meu diario...
Quantas vezes é preciso morrer para nascer de novo?
Esta é  a minha pergunta a você que me acompanha por toda esta tragetoria.
Quantas vezes a dor da morte pode expreitar um coração.

Me responda por favor!

Meu corpo palido se prosta sobre a cama dentro de uma camisola negra.
Meu coração está parando de bater...engraçado,
 assim a dor parece que se esvai.
Meus olhos mau conseguem enxergar.
Meu perfume de jasmim se essala pelo quarto, é o cheiro da morte? Pergunto.

O raio de sol que invade o quarto se congela ao tocar minha pele.
O meu espelho, ah o meu espelho de onde está não pode me refletir.
Meus braços não encontram  forças para levantar.
O grito de socorro que tento não sai de minha boca, seca, amarga, travada.

Meu corpo está colado na cama...hoje sem o meu brilho, sem o meu desejo de viver.
As lagrimas caem como um riacho, hora devagar, lento...hora como uma correnteza.

Aqui estou eu , sentindo que depois de tanta luta nada mais me restou...somente a dor.

Ah solidão maldita que chega sem pedir licença, invade e destroi uma força interior.

Ah solidão que provoca tanta destruição.
Procuro pela loba que sou e não consigo me encontrar.
Meu corpo está fragil, minha alma está fragil...estendo minhas mãos para o vazio.

A calma que me pede é uma navalha de fio  cortante que sadicamente penetra o meu coração.
Ela entra devagar - uma dor pontiaguda inicia em meu peito,
a navalha para - olha e começa novamente
ainda mais lenta a penetrar...e a dor , a dor aperta, angustia, mau trata, mata aos poucos.

Ah navalha chamada calma que deverias vir para curar, enganou seu mandante .
Viestes sob uma ordem e executas outra.

Minha dor me enfraquece e não consigo lutar.

Chamo por Deus...pois nunca pensei que cairia
sob o golpe de uma navalha, chamada calma.