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sexta-feira, 17 de junho de 2011

UM CERTO LÔBO DO MAR

     Hoje  eu acordei louca por  uma praia.
Tomei meu banho , vesti meu biquini branco que me deixa com o corpo bem modelado.
Uma caftan de crochê que  me cobre e me  expõe ao mesmo tempo.
Colares de turquesa que sempre caem bem.
Meus chapéu, sandália e bolsa de palha compõem.
Um suco de uva verde desce  com sabor de vida pela garganta, é a minha refeição da manhã, não quero perder um segundo do sol que brilha lá fora.
Vou para  barraca  de costume que me espera com todo carinho.
Minha cadeira, minha agua de côco enfim...tudo que gosto está ali...me esperando.
O luz do sol, o sabor do mar, a brisa ...hoje estou com uma vontade enorme de mergulhar...
Deixo meus pertences  com os donos da barraca e corro para o mar que  me chama, me espera, me abraça...com força , com gosto, com calor , mergulho vou ao fundo ...e´como se ali no fundo fosse o meu mundo, o meu habitat.
Nado de um lado para  o outro e meu cabelo flutua e meu corpo desliza...que sensação de liberdade.
Queria não precisar respirar para ficar ali por horas.
Mas tenho que subir, e ao subir e  me levantar  num gesto instintivo jogo meus cabelos para trás, que batem em minhas costas me impulsionando para frente.
Abro  lentamente meus olhos e vejo a minha frente  um homem, parado, estático, me olhando fixamente.
E me acompanha com os olhos até o meu sair das aguas...
Caminho em direção a minha mesa e lá me acomodo, minhas revistas e meus livros sempre me são uma excelente companhia ...exceto hoje. Pois aqueles olhos não me deixavam  me concentrar em minhas leituras.
Um belo lôbo do mar que me observava...com sua pele bronzeada seus musculos torneados e um olhar  devorador.
As horas se passavam e ele ali parecia que esperava um sinal meu para se aproximar.
Sinal este que meu corpo desejava fazer...mas minhas forças não permitiam.
Um lindo dia de sol, um delicioso banho de mar, um maravilhoso exemplar de lôbo!

Um dia perfeito...



Como funciona o skimboarding (sonrisal)


Introdução

O que pode acontecer quando nos lançamos sobre uma pequena prancha em alta velocidade nas areias molhadas de uma praia em direção ao mar? De duas uma: ou tomamos aquele tombo digno de um filme de comédia ou continuamos nossa trajetória rumo à arrebentação das ondas parafazer uma manobra radical.
 Este é o skimboarding, esporte que no Brasil é conhecido por “sonrisal”, uma mistura de surfe e skate praticada na beira da praia por malucos adeptos de manobras radicais... e tombos cinematográficos.

Os primeiros registros do skimboarding são datados de 1920, na praia de Laguna, Califórnia – EUA. Salva-vidas locais, a título de entretenimento, deslizavam em chapas ovalares de madeira sobre a areia molhada da praia, produzindo esguichos d’água.

Durante 50 anos, até meados da década de 1970, o skimboarding era praticado despretensiosamente, como uma brincadeira, difundida apenas nas proximidades de Laguna. É nesta época que surgem os primeiros expoentes, como o norte-americano Mike Buxton, atraindo holofotes para o esporte.

No final da década de 1970, Tex Haines e Peter Prietto, também praticantes, fundam a Victoria Skimboards, que, além de produzir pranchas, torna-se o centro de informações e difusão do skimboarding nos Estados Unidos, organizando os primeiros campeonatos.

O skimboarding tomou proporções maiores somente na década de 1990, com o surgimento de publicações especializadas sobre o assunto. Atualmente, é praticado e competido nos quatro cantos do mundo, embora seja bem menos popular do que outros esportes marítimos, como o surfe e o bodyboarding e mesmo o despretensioso “jacaré”.

A prancha de skimboarding





Do surgimento aos dias de hoje muita coisa mudou no skimboarding. A começar pela prancha, que de toscas chapas de madeira passou a ser produzida de espuma e fibra de carbono.
Seu formato também passou por diversas inovações anatômicas.
Até pouco tempo atrás era comum observar discos que deslizavam sobre a areia molhada, produzindo o famoso esguicho d’água - daí o apelido de “sonrisal”, em alusão ao comprimido efervescente em forma de disco.
Os discos foram aposentandos, dando lugar a pequenas pranchas ultra-velozes (veja imagem ao lado).
O novo formato transformou o skimboard (como é chamada a pranchinha) em um verdadeiro foguete que flutua sobre a água, e permitiu que os skimmers (como são chamados seus praticantes) alcançassem – e surfassem - as primeiras ondas da arrebentação.

A praia perfeita

É comum categorizar as ondas das praias de acordo com critérios utilizados no surfe e no bodyboarding. Tal classificação, no entanto, é indiferente para o skimboarding, que é praticado nas primeiras ondas da praia, quando não apenas sobre a areia molhada.

Teoricamente, portanto, quanto mais próximo da areia as ondas quebrarem, melhor – embora as prefererências variem entre os praticantes.

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