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domingo, 26 de fevereiro de 2012

María Dolores Pradera - No sé porqué te quiero (Con Víctor Manuel)

MORTA PELO MEU AMOR

De repente abrisse uma enorme porta a minha frente.
Uma luz forte ilumina meu rosto...
Escuto uma multidão  em gritos e aplausos aguardando pela minha entrada.
Aperto meus olhos, fito um ponto no meio do nada.


Saio correndo em sua direção...finalmente.
Penso comigo, alguém em quem eu posso confiar.
Quando me vejo no descampado a porta se fecha a minha costa.
A multidão urrava de contentamento e excitação.
Lá estava ele no meio da arena.


Lindo, maravilhosamente lindo!




Eu então parti em sua direção...e ele ,
 ele ficou parado me esperando, me chamando:-
Venhaaaaaaaa!


Quando finalmente me aproximo, com a respiração ofegante.
Com as carnes trêmulas e a ansiedade a flor da pele.
Sinto cravar em minhas costas uma lança.


Incrédula sem saber de onde ela partira , penso comigo que foi o motivo
 que se  deu  para que eu perdesse  a direção.


Insisto, volto, corro novamente em sua direção.


Peço do fundo do meu coração, me espere eu estou indo ao seu encontro.


Então ele novamente toma sua posição e posso visualiza-lo bem.
Sim ele aguarda por mim.


E  ai mais lanças em minhas costas são cravadas, os gritos da multidão se juntam com a dor que sinto,
 com o meu sangue que escorre pelo corpo.
Meus olhos não enxergam mais direito....esta tudo confuso me minha mente.


É você quem está me ferindo????????????


Porque???????????


O que foi que eu te fiz?????????????


Tento te alcançar...sinto minhas forças se esvaindo.


E quando finalmente já totalmente desfalecendo vejo suas mãos  se abaixando
no golpe fatal, cravando-me a ultima lança.


Então caio aos seus pés...


Morta pelo amor que acreditei!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Carla Bruni - L´amour

L'AMOUR EST LA FIN DE CET AMOUR





L'amour ...
quand l'amour prend fin, vous devez savoir comment dire au revoir.
parfois, il n'est pas parce que l'amour est parti ...
temps, c'est que l'amour ne se termine pas avec nous.

Je dis au revoir!
oui, l'adieu est nécessaire pour que cet amour ne me tue pas.
Je ne regarde pas plus loin ...
qui a pris fin a été le soutien de la douleur.
la douleur de l'amour.
L'amour est la fin de cet amour!
souffrir à cause de l'amour n'est pas nécessaire.
Je voulais vivre l'amour, que cela!








O amor...
o amor quando chega ao fim é preciso saber dizer adeus.
as vezes não é porque o amor acabou...
as vezes é para que o amor não acabe com a gente.


Te digo adeus!
sim, o adeus é necessário para que este amor não me mate.
não me procure mais...
o que chegou ao fim foi o suportar da dor.
a dor do amor.
é o fim amor deste amor!
porque sofrer de amor não é necessário.
eu queria viver o amor, só isto!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Roberto Carlos - Abrazame Así

ROSA AZUL



Oh rosa!
Porque assim me atrai rosa se és azul?
Sê azul porque atendes por rosa?
Queres assim me confundir?
Queres que eu não saiba porque me atrai?
Se já me encantava pelo fato de seres rosa,
ao te ver azul me provoca a estima.
Quem te  te aplicou o índigo por certo queria provocar -me a cizânia , ja que minha mente  ainda não compreende.
Pois saber que és uma rosa e te ver em azul é ter uma visão antípoda.
Oh rosa!
Oh azul!
Assim meus olhos te contemplam ao ver  seu pendonor meritório.
E o meu coração...este bate descompassado levado pela emoção.



domingo, 12 de fevereiro de 2012

Lady GaGa - Money Honey (Official GG Video)

QUANTO TEMPO A VIDA ME RESERVA?



Bom dia meu querido diário...quanto tempo eu não te abro.
O cheiro de guardado me mostra o quanto te abandonei, me desculpa  meu amigo.
O coração desta loba precisou caminhar como um andarilho pela vida em busca de respostas que você não tinha para me dar.


Deixei pra trás este meu quarto, refugio da vida.
Deixei pra trás o espelho que me exibia mas também  nada dizia.
Fui buscar nas estradas da vida a resposta que precisava.


Confesso que  não foi fácil, mas também quem disse que um dia foi ou seria ?
Senti falta dos meus cremes me lambendo o corpo.
Senti falta da minha camisola de sede acariciando minha pele  e deixava meus seios rijos.
Senti falta do meus banhos de sais, dos óleos, das pétalas de rosa...


Senti tanta falta!
Meus lençóis e travesseiros que me davam tanto carinho e que no entanto começou a ser pouco diante do que eu queria da vida.
De repente comecei a ver a vida passando e tendo tão pouco tempo para desfrutar.
Meu quarto ficou pequeno demais, e minha vida sem sentido.
Mas aqui estou eu em busca do meu cantinho novamente.


Chego cansada.
Chego atrás deste colo que deixei, atrás deste pequeno mundo que já não me bastava.
Que hoje eu vejo este meu mundo como  meu mundo , sabe porque?


Porque eu vi que lá fora que  o mundo não  é de ninguém.
As pessoas andam como um zumbi. Ninguém te olha nos olhos, ninguém te estende a mão, ninguém te sorri.
Por todo canto do mundo todos falam a mesma língua, .e esta língua é de difícil entendimento.
A linguagem universal é o dinheiro. 
Você vale o quanto tem.

Então eu voltei...
Porque aqui eu não preciso viver como eles.
Minha pele dourada pelo sol, meus cabelos sedosos, minhas curvas do corpo tecem o meu mundo único.
Aqui eu posso não ter uma felicidade plena, mas a paz só aqui encontrei.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

My Way

SUCUMBIDA PELA DOR

Eu...
Somente eu...
E mais ninguém.
A vida quer assim.
É o preço?
Seja ele alto ou  não é o preço.


Aqui estou eu...
Sozinha em minhas noites.
Sozinha em meus dias, 
Sorrindo para vida para não ser ironizada por ela.


É engraçado como gostamos de fantasiar e  como  vivemos
desta fantasia.
A carência nos oferece migalhas.
O sonho nos faz acreditar e vida , está não nos permite sonhar.


Preciso de um banho, estou me sentindo suja.
Quero lavar minha alma, tirar dela tudo que me faz sofrer.
Deixar a casa vazia ou me mudar dela.
Quero trocar meu perfume, mudar meu estilo...


Na realidade um cansaço me abate.
Talvez amanhã eu esteja diferente ou continue a ser eu mesma.
Mas hoje.
Hoje...
Somente hoje eu não queria ser eu.


Esta loba entregue as fraquezas da emoção.
Um ser comum, mortal, sujeita a dores da carne, da alma.
Longe da floresta mãe que sempre me acolhe , me alimenta e fortalece.
Uma loba abatida pela dor, longe dos olhos de todos num abismo que só eu vejo.


Mais sozinha do que sempre fui, pois hoje ...somente hoje eu estou me entregando a dor.
Só consigo ouvir o meu uivo.
E minha pele se arrepia num processo de selvagem  numa onda de desespero.


Hoje  sucumbida pela dor.