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sexta-feira, 16 de março de 2012

NÃO SE ASSUSTE QUANDO EU DIGO QUE TE AMO

Percebi em seu olhar o susto quando proferi a palavra amor.
O medo que exalaste foi notório.
Parecia que nunca havia ouvido tal palavra.
E que muito menos conhece o significado dela.
Posso proferi-la em mil formas de mil jeitos com mil significados.
Portanto , não se assustes quando de minha boca sair
tão leve tão doce a frase : Eu te amo!
Pois assim como ela divaga no vocabulário, este sentimento
divaga em meu coração.


A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeiçãocompaixãomisericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação. É tido por muitos como a maior de todas as conquistas do ser.

A teoria triangular do amor

Na teoria triangular do amor, os relacionamentos são caracterizados por três elementos: intimidade, [[Paixão (sentimento) |paixão]] e compromisso. Cada um destes elementos e suas combinações entre si podem estar presente em um relacionamento, produzindo as seguintes definições:
  • Amizade (intimidade)
  • Limerence (paixão)
  • Amor vazio (compromisso)
  • Amor romântico (intimidade + paixão)
  • Companheirismo amoroso (intimidade + compromisso)
  • Amor fugaz (paixão + compromisso)
  • Amor consumado (intimidade + paixão + compromisso)

Amor, paixão, e loucura

Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. Dr. Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria.

Neurobiologia do “estar apaixonado”

Na área da neurobiologia, existem estudos apoiados em resultados de eletroencefalografia e no registro das correntes elétricas que ocorrem no cérebro durante o estado “paixão”, comprovam que apresenta a mesma elevada atividade como aquela registrada durante a libido. Quando alguém se apaixona registra-se maior produção de dopamina, responsável pelo estado de euforia, adrenalina, responsável pela excitação, a endorfina, pela sensação de felicidade e bem estar e finalmente eleva a testosterona que contribui para a maior apetência sexual. Simultaneamente são libertados substâncias químicas, os feromônios ou feromonas que exercem atração olfativa em animais da mesma espécie. Por outro lado diminui drasticamente o nível de serotonina, o que faz com que o estado “estar apaixonado” se assemelha ao estado registrado durante outras doenças psíquicas. Por isso muitos apaixonados se comportam mais impulsivamente, sem inibição como se estivessem fora do seu controlo racional. Após alguns meses, o corpo se acostuma as estas elevadas doses (segundo a OMS dura no máximo 24 a 36 meses) e diminui gradualmente a “intoxicação” do cérebro.
Duas  palavras de amor no idioma grego - Eros (amor sexual e amor conjugal) e storge (amor entre a criança e a mãe)

Amar a Deus com todo o teu coração, mente e força e amar ao teu próximo como a ti mesmo.

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