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quarta-feira, 1 de maio de 2013

A TRAMA DE KORINA



Korina passou o dia isolada.
Caiu a noite,  e ela   espreguiçou seu corpo esguio de músculos definidos e pele bronzeada na sua rede de dormir, os cabelos negros esparramado isalava o cheiro da flor imortale .
Seus olhos negros pareciam águas escuras na luz do luar.
Por onde anda o pensamento de Korina só ela pode dizer.
Assim passou ela a noite ate cair adormecida.

No dia seguinte  ao sair a porta da sua tenda ela encontra mais um presente da aborígine que insistia em manter acessa a amizade.
Com o olhar doce e humilde Korina agradece e convida a moça para adentrar.
Sentadas conversaram , trocaram sorrisos e  brincadeiras até o momento que Korina muda seu semblante.
Seu olhar agora carrega um ar de tristeza e desperta a preocupação na pobre aborígine que pergunta o que se passa.
Korina então começa a contar a tristeza de não conhecer seus pais e a cada palavra solta a moça ficava mais angustiada. Até o momento em que se coloca a disposição de korina como posso ajuda-la , não sei o que fazer.
O brilho do olhar de Korina é assustador,o modo como ela conduz a conversa , a maneira como ela consegue manipular as pessoas...isto ela carrega em seu instinto, está no sangue.
Korina joga: Não, você não tem como me ajudar minha amiga!
Meu pai é o único que pode faze-lo, mas ele se recusa. Ele possui uma porção que posso voltar no tempo e ver meus pais verdadeiros.
Já implorei a ele para que me desse esta oportunidade e nada.
 Se eu pudesse ter esta porção em mãos eu usaria. Mas nada posso fazer sem ela.
A moça fica parada olhando para tempo, tentando imaginar como ajudar a amiga entristecida.
Korina então muda de assunto, pede licença e diz a moça que irá se banhar , cavalgar e que gostaria de se isolar por um tempo.
A aborígine então entendendo a dor da amiga sai e leva consigo a dor de Korina...

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