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sexta-feira, 19 de abril de 2013

A BELA PREDADORA KORINA





Korina moça loba , bonita e vaidosa...
Carrega em seu aspecto físico características diferentes das mulheres da tribo, sua pele morena e bronzeada pela vida ao ar livre, seus dentes brancos , seus cabelos longos , negros e sedosos.
Sua natureza irremediavelmente incontrolável pelo seu pai adotivo o pajé da tribo.

Korina fora criada com mimos e se tornou cheia de vontades e vaidades, tornou-se uma eximia caçadora junto aos rapazes da tribo. Adorava correr pelas matas e sentir o cheiro do mato quebrado na sua passagem.
Banhava-se sozinha, não gostava de se misturar com as moças da tribo nesta hora.
Em sua tenda Korina mostrava a herança pelo bom gosto da mãe, tudo seu era muito arrumado e decorado.
A moça loba não deixava que ninguém mexesse em seus pertences... certo dia uma moça da tribo aproveitou-se  da ausência de Korina e furtou-lhe um enfeite de cabelo.
A tarde já se punha quando Korina retornou sorridente e feliz do seu passeio, quando se deparou
com a moça da tribo se exibindo aos rapazes que suspiravam pela sua beleza.
Os olhos negros de Korina brilharam mais parecendo bolas de fogo.
De sangue frio e paciência de um predador Korina simplesmente passou pela moça e fingiu que não havia percebido o tal furto.
No dia seguinte Korina convida a moça para brincarem nas margens do rio...
A tal foi feliz e sorridente achando que finalmente estava conseguindo o que ninguém na tribo havia conseguido até então...
Korina assim passou a fazer não rotineiramente... dias convidava, outros não.
Deixando a moça atordoada com a amizade que vezes pensava  haver conquistado e outras vezes não.
Todas as manhãs a moça deixa na porta da tenda de Korina presentes como demonstração de amizade.
Vez ou outra Korina agradecia deixando o coração da moça saltitando de contentamento.
O pajé sábio e conhecedor da filha que adotou repreendia Korina.
Minha menina loba, não brinque com os sentimentos das pessoas.
Korina abaixava os olhos em sinal de humildade e dizia:
Sua uma humilde aprendiz meu pai, carrego em mim sentimentos nobres e sou repeitada por ser assim.
E lá vai Korina atrás da moça para convida-la para brincarem na floresta, era sempre assim.
Bastava a moça se afastar Korina a trazia de volta ao seu dispor.
Korina apesar da beleza , aparência  humilde de principio ativo, luminosa e quente , alimentava muito bem o seu lobo passivo, noturno, escuro e frio.
Era assim que ela conseguia atrair e obter seus resultados, mantendo a  tal moça a seu dispor para pagar o preço por ter furtado um simples enfeite seu.








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